O Aprendiz Empreendedor

Meu programa favorito acabou.

 

A grande vencedora do Aprendiz, comecei a torcer por ela desde a tarefa realizada na Universal, nos Estados Unidos

 

Janaína Melo ganhou o prêmio de 1,5 milhão de reais, mais um carro, mais uma obra de arte e mais um Think Pad, da Lenovo. Ufa, muitas coisas, não é mesmo? Mas eu acho que mais do que isso tudo, ela levou consigo experiência, ela conheceu novos lugares, pessoas de todos os lugares do Brasil e com sua competência consiguiu levar o grande prêmio.

Mesmo com algumas falhas e gafes na final do Aprendiz e com uma média de audiência baixa, o Aprendiz na minha opinião é o melhor reality show que tem na TV brasileira, BBB e A Fazenda são realities shows bobos, não são programas inteligentes (principalmete o BBB, onde as pessoas se limitam a fazer algumas provas e só!) e nem dinâmicos, mas mesmo assim ambos conseguem audiência.

Janaína é um exemplo de persistência, menina pobre da região amazônica saiu do Brasil e conquistou os Estados Unidos e também O Aprendiz, parabéns garota!

 

Entre Raízes de Família e dos Games

Artista recria personagem da série Zelda com seu traço característico: a simpatia

Flávio Croffi

Eddie Goméz, 30 anos, é um cara que tem um jeito peculiar de desenhar: usa traços fortes. E estes “rabiscos”, como ele mesmo define, são o resultado de anos e mais anos de prática (e tem também um pouco de carga genética), que o fizeram desenvolver cada vez mais o seu trabalho. Vindo de uma família de desenhistas, já que o pai, o irmão, o primo tatuador e até o avô tinham um grande apreço pelos desenhos, sua maior inspiração vem justamente das raízes familiares.

Morador da cidade de São Paulo desde que nasceu, Eddie “rabisca” desde bem pequeno, mas começou a ganhar dinheiro com isso aos 17 anos. Em 2011, ele comemorou seis anos de trabalho no mercado da moda, desenhando para grifes famosas entre os jovens, com marcas de surfe e de skate.

Para chegar onde está, e finalmente ”conseguir sobreviver” com a arte que produz, o rapaz passou por uma pancada de empregos, que vão desde lanchonetes, lojas de shopping e até bancos e nem sempre ganhava dinheiro com as ilustrações que fazia.

Eddie nunca foi um jogador aficionado ou hardcore, mas joga desde criança. Hoje ele tem um console de última geração e, com muito custo, revela quais são os personagens que mais admira.

“Não sei se tenho um favorito, assim como não tenho um artista ou banda que coloco acima dos outros… Mas gosto do Dante da série Devil May Cry. Acho um personagem muito bem construído. E definitivamente da Mai Shiranui, dos games de luta da SNK [Fatal Fury e The king of Fighters]”.

Em relação aos personagens da própria Big N, o artista revela que tem uma afinidade maior com Link, pois gosta mais do personagem do que da própria Zelda. “Acho ele, junto com Samus, o personagem mais bacana da Nintendo”, diz.

Para criar suas artes, Eddie usa papel, lápis, nanquim, pincel e, de vez em quando, o programa Adobe Photoshop para colorir. Para ver outros trabalhos do paulistano, visite o portfólio dele em www.designup .com.br/pro/eddiegomez ou o blog ilustradorordinario.blogspot.com.

Esse é o Eddie

 

Texto originalmente publicado em: Nintendo World, nº 151, pág. 96.

Tradição e Modernidade: As Duas Faces da Sociedade Japonesa

Acredite, pode-se dar muita asa à imaginação nas 24 horas de um voo até o Japão. Claro que um dia inteiro dentro de um avião parece um passeio diante dos 52 dias enfrentados pelos primeiros imigrantes japoneses que chegaram ao Brasil num navio, noventa anos atrás. Mas ainda assim é um bocado de tempo, principalmente para quem só tem a opção de ficar sentado a 10 mil metros do solo. Em situações como essa, boa leitura e um pouco de fantasia ajudam a preservar a sanidade mental.

E o Japão, ainda bem, oferece farto material para isso. Tome um livro de história japonesa e descubra que o país se mantém fiel a uma sucessão de imperadores que, segundo a tradição, teria começado em 660 antes de Cristo e que perdura ainda hoje. Quer mais tradição? Nesses 2.600 anos, o Japão viveu muito: alternou fases de grande florescimento com períodos de profundo declínio. Experimentou a opulência e a miséria. Sua capital imperial mudou quatro vezes de lugar, deixando impressas em cada nova sede as marcas arquitetônicas e culturais das cortes da época.

Os japoneses foram na maior parte dessa história um povo separado não só geograficamente pelas ilhas, mas também politicamente. E só se reuniram numa mesma nação ao final de sangrentas batalhas entre os príncipes feudais. Donos de seu próprio nariz graças ao isolamento insular, puderam selecionar o que lhes interessava das culturas vizinhas, descartando o que consideravam indesejado. O resultado dessa assimilação seletiva foi o surgimento de uma visão própria do mundo, que acabou se manifestando nos templos zen-budistas, na veneração da natureza do xintoísmo, na submissa delicadeza das gueixas, na cerimoniosidade das relações pessoais, no artesanato de papel, nos jardins de pedra e nos bonsais.

Diante da força e longevidade dessas tradições, a modernidade tecnológica e o estilo de vida ocidental das últimas décadas podem parecer contraditórios. Mas não se deixe enganar pelas aparências. Os japoneses não abandonaram suas antigas raízes. Hoje, como antes, continuam escolhendo a dedo o que desejam. O mundo moderno não arrombou sua porta, mas foi recebido no que tinha de mais interessante a oferecer. Os japoneses conseguiram incorporar a produção industrial em série, o chip eletrônico e a robotização mantendo relações sociais e esquemas mentais de séculos atrás. É quase um feudalismo cibernético. […]

No Japão, é bom que você entenda logo, as tradições valem muito. Mesmo os adolescentes que circulam pelo bairro Shibuya, em Tóquio, e que adoram imitar os modismos do ocidente (são punks com cabelos de crista de galo, heavy-metals com jaquetas de couro e vários outros tipos que parecem saídos de uma rua de Londres) mais cedo ou mais tarde se enquadram e passam a viver como seus pais. Assim tem sido há séculos. É que no mundo adulto japonês não há espaço para a vida alternativa.

 

Vinícius Romanini. “Japão: o outro lado do mundo”.

In: Os Caminhos da Terra, ano 7, n. 8. São Paulo.

Abril, agosto/ 1998.

 

Mais um prédio na noite agitada de Tóquio, a maior cidade de todas as cidades

Os japoneses não são um povo extrovertido, eles são controlados e de uma tranquilidade impressionante para nós ocidentais. No pior terremoto do Japão que aconteceu no começo desse ano, você provavelmente não viu saques às lojas, pessoas correndo desesperadas e outras atrocidades como você veria se isso acontecesse no Brasil.

O país com a maior expectativa de vida do mundo e com o grupo de ser humano que mais vive na Terra (as japonesas) também tem seus períodos de desafios e decadência, o Japão, junto com a Rússia, Alemanha e alguns países do leste europeu vai ter sua população reduzida com o passar do tempo, se o Japão quiser se manter com idade para trabalhar na média de 87,5 milhões de pessoas (registrada em 1995), vai ter que importar 609 mil imigrantes por ano durante meio século, caso o Japão siga essas recomendações da ONU, vai ter 30% da sua população em 2050 de imigrantes e seus descendentes. Isso é quase uma afronta à fechadíssima sociedade japonesa.

São Francisco: O Melhor e o Pior dos Estados Unidos

Amarela, com dupla suspensão, banco, freios e pedais fabricados com novas tecnologias, a bicicleta de US$ 4.500 reluz através da vitrine enquanto o velho bondinho, puxado por cabos de aço, sobe a Powell Street levando turistas em direção a Fisherman’s Wharf, um complexo de restaurantes de frutos do mar, próximo a píeres e velhos galpões de fábricas remodelados para abrigar shopping centers de luxo. A bicicleta é da marca Porsche.

Vou para um concerto de violão clássico com Kazuhito Yamashita, mas sigo em direção à Bay Brigde, a pé mesmo, paro no Metreon, megacentro multimídia patrocinado pela Sony. Ligado ao Museu de Arte Moderna de São Francisco por meio de um lindo jardim florido em pleno inverno oferece um laboratório de testes de videogames PlayStation, um gigantesco showroom da Microsoft, uma loja do Discovery Channel, 8 cinemas e um museu interativo de história da tecnologia.

Ainda no caminho para o concerto, pela Main Street, vejo o outro lado da moeda. Sentada sobre uma enorme caixa de lixo, uma garota linda, mas imunda, segura um caniço em cuja ponta amarrou uma lata de Coca-Cola, como se estivesse pescando. E está. Com os olhos mortiços e os cabelos duros, como se tivessem sido engraxados, ela fica imóvel esperando que depositemos algumas moedas na latinha, que balança e tilinta ao sabor da bondade alheia. Na principal rua comercial do mais importante núcleo urbano da Califórnia perambulam os sem-teto, em sua maioria negros.

Saio do show com fome, vou jantar no Pier 3. Mas além dos barcos de pesca, há uma estrutura de metal flutuando. É um submarino. Mais ao longe, outro navio militar. A Califórnia é também um dos mais importantes centros militares dos Estados Unidos, serve à frota do Pacífico, acomoda boa parte do complexo industrial que puxa o avanço tecnológico americano.

No jornal, as verbas federais para a Califórnia: US$ 20 bilhões para pesquisa, US$ 7 bilhões para tecnologia da informação, US$ 800 milhões para construir novas prisões que abriguem imigrantes ilegais. O México está logo ali. Quem não lembra de “Men in Black” (Homens de Preto)? A cena inicial é um grupo de imigrantes ilegais, no meio dos quais há alguns ETs escondidos…

Mas o povo está fugindo do Vale do Silício, a conurbação que abrange São Francisco e os pequenos núcleos dos arredores e concentra a principal aglomeração de empresas de informática do mundo. Uns dizem que chegam engenheiros e empresários, fogem professores, enfermeiras, caixas de supermercado. O custo de vida é intolerável. Outros dizem que cresce o número de executivos médios e altos que já não tolera o estresse, o tráfego, a competição violenta, a falta de vida plena em nome do ritmo alucinado do maior polo de tecnologia de informação do planeta. […]

Gilson Schwartz. “São Francisco: neo-hippie, militar e digital”. In: Mundo – Geografia e Política Internacional, ano 8, n. 1.

São Paulo, Pangea, março/ 2000.

São Francisco, Califórnia

Os Estados Unidos não são tão diferentes do Brasil, hoje a Califórnia (estado onde está São Francisco) é mais populosa e mais rica do que o Canadá inteiro (e olha que o Canadá é o segundo maior país do mundo e está entre as doze potências econômica do planeta) e mesmo assim, uma boa parte das cidades mais miseráveis dos Estados Unidos estão lá, mesmo a Califórnia sendo o estado mais rico e populoso dos Estados Unidos, isso te lembra um certo grande estado brasileiro? Bem, eu me lembro de São Paulo. O Estado de São Paulo é mais populoso e rico que a Argentina (se ligou, o Brasil faz o papel dos Estados Unidos e a Argentina do Canadá). As gritantes desigualdades sociais de São Francisco me lembram bastante as da cidade de São Paulo, a bicicleta da Porsche e a menina imunda, a Rua Oscar Freire e a Cracolândia, custo de vida altíssimo, violência, riqueza e pobreza lado a lado, são só duas grandes cidades, em dois mega países que dividem algumas de suas características que nada são peculiares de outras grandes cidades.

Dizendo Algumas Frases em Inglês B

Mais frases e dicas para você ficar de bem com o seu inglês.

Essa á a segunda parte de uma série de frases que aprendi no livro Liberte seu inglês dos autores Aysha Hijo Capano, Moriaki Hijo e Neusa M. Cassoni Hijo, caso não tenha visto a primeira parte acesse aqui.

Frases com there is

There is é um verbo que os alunos aprendem logo no início, porém o usam pouco, mas na maioria das frases em inglês ele é usado. Vamos aos exemplos:

Is there water? – Tem água?

Is there class today? – Tem aula hoje?

Is there any message for me? – Tem alguma mensagem pra mim?

Eu estudo inglês há anos, mas não sabia que se formava uma frase dessas com esse verbo. Vamos para outra expressão.

I don’t know him from Adam. –Nunca o vi mais gordo.

Punch lines – Frases de efeito.

How interesting – Que interessante.

Falando no diabo. – Speaking of the devil.

Sobre essa última sentença, veja um caso curioso que o livro nos conta:

“Veja o que aconteceu com um guia de turismo. Um dia, no Vaticano, falando com turistas entusiasticamente sobre o Papa, de repente ele vê o Papa e, tomado de surpresa, diz: ‘olha gente, falando no diabo, veja quem vem vindo…’ Perdeu sua licença para trabalhar no Vaticano.”

Em vez de dizer isso ele poderia ter dito: by the way (à proposito, falando nisso).

Vários sentidos de just

Você já deve ter ouvido falar na palavra just e já deve ter percebido que ela é usada em vários e diferentes momentos, vamos ver alguns deles.

  1. Just no sentido de “faça só isso”.

Just close the door. (Só fecha a porta).

Just do this. (Só faça isso.)

  1. Just no sentido de “é fácil”.

Just across the street. ([é fácil] é só atravessar a rua)

Just pour water. ([é fácil] é só despejar água)

  1. Just no sentido de “acabou de fazer alguma coisa”.

I’ve just heard. (Acabei de ouvir)

She has just left. (Ela acabou de sair)

  1. Just no sentido de “justo” igual a palavra fair.

He’s a just (fair) man. (Ele é um homem justo)

That is not just (fair). (Isso não é justo)

I wonder – Eu quero saber

Onde estão minhas chaves? (é uma pergunta que faço o tempo todo quando estou prestes a sair), se eu fosse um americano eu diria: Where are my keys? Mas eu também poderia dizer: I wonder where my keys. É realmente uma afirmativa, é como se eu falasse: eu quero saber onde estão minhas chaves, ou eu me pergunto onde estão minhas chaves.

I wonder if… – Eu quero saber se…

What are you wondering about? –  No que você está pensando?

I’m wondering if it’s going to rain or not. – Eu quero saber se vai chover ou não.

Piadinha sem sal usando wonder:

A guy in the restaurant: “I wonder if you serve crabs here”.

Waiter: “We serve anyone, sit down. What do you want to eat?”

Traduzindo:

Um cara no restaurante: “Eu quero saber se você serve caranguejos aqui”.

Garçom: “Nós servimos a qualquer um, sente-se. O que você quer comer?”

I appreciate it – Eu fico agradecido

Nada mais é do que um tipo de agradecimento. Geralmente vem com o thank you.

Thank you, I appreciate it. – Obrigado, (eu) fico agradecido.

I’d appreciate if you helped me. – Eu agradeceria se você me ajudasse.

Você também pode usar “I appreciate that” (sempre it ou that, nunca a pessoa).

To try to figure out – Tentar entender (descobrir)

I can’t figure out. – Eu não consigo entender.

That’s what I’m trying to figure out. – É isso que estou tentando descobrir.

Como os desenhos dizem: “isso tudo pessoal!” (that’s all folks!), thank you to read my post, I appreciate.

Somos Sete Bilhões

Pessoal, ontem nós, a humanidade, alcançamos um número incrível, agora somos sete bilhões de pessoas no planeta Terra.

Na verdade, a humanidade vem se arrastando desde sempre, até a famosa revolução industrial acontecer, desde então, a população mundial não pára de crescer. O primeiro bilhão veio em 1802, depois o segundo em 1926, o terceiro em 1961, chegamos a quatro bilhões em 1974, 12 anos depois em 1987 chegamos a cinco bilhões, 6 bilhões em 1999 e agora em 2011, 7 bilhões de seres humanos.

Não pense que parou por aí, o oitavo bilhão provavelmente chegará em 2026 e os nove bilhões em 2050.

Pelos dados da CIA World Factbook, há mais ou menos 1 bilhão de jovens entre 15 e 24 anos e quase 28% da população mundial está abaixo dos 15 anos de idade.

Quer acompanhar a população em tempo real? Acesse o site: Worldometers.

Super Mario World

Ao falar em Mario, os jogadores mais velhos certamente se lembrarão de um game: Super Mario World. Quantos de nós não passaram a infância pulando em cima de Goombas, engolindo frutinhas com o Yoshi e xingando todos os parentes do Miyamoto tentando passar de fase Tubular? É, SMW é um game que traz excelentes memórias. Então, nada melhor do que aproveitar o clima dos 25 anos do bigodudo e tirar as memórias da caixola sobre este clássico do SNES.

O Inicio de Uma Guerra

Quando zeramos um game e passam os créditos, vemos os nomes de dezenas de pessoas. Criar um game demanda o trabalho de muita gente, certo? Não com Super Mario World: apenas dezesseis pessoas estiveram envolvidas com o projeto, que levou três anos para ser concluído. E Miyamoto ainda disse que achava que o game estava incompleto e que seu desenvolvimento foi apressado!

A Nintendo, no entanto, estava preocupada. A Sega já havia lançado seu console de 16-bit, o Mega Drive, há dois anos, e já tinha seu mascote: Sonic. E seus jogos vendiam bastante. A Big N estava começando a perder terreno na guerra de consoles. Mas saiu bem a tempo.

E, para a alegria dos fãs da Nintendo, venderia duas vezes mais do que os dois primeiros games de Sonic juntos: ao todo, foram 20 milhões de cópias, tornando-o o game mais vendido do console! Também, olha só quem estava nessa equipe: a direção ficou a cargo de Takashi Tezuka e a produção ficou com o mestre Shigeru Miyamoto. Shigefumi Hino, o pai do Yoshi, foi o design gráfico. E a música ficou a cargo de ninguém menos que Koji Kondo.

O Game

Após salvar o Mushroom Kingdom, Mario e Luigi decidiram que precisavam de um descanso. Os irmãos vão com Peach até Dinosaur Land. Mas, enquanto os encanadores descansavam na praia, Peach desapareceu.

Durante a busca pela princesa, os irmãos encontraram um ovo na floresta. Dele, saiu o dinossauro Yoshi, que diz que seus amigos dinossauros foram aprisionados em ovos por tartarugas terríveis. Yoshi então se une a Mario e Luigi para, juntos, salvarem os dinossauros e a princesa Peach.

Super Mario World tem a mesma fórmula básica dos jogos anteriores do encanador: jogabilidade em plataforma, da esquerda para a direita, possibilidade de pular em cima dos inimigos e obter diversos Power-Ups no caminho. O cogumelo e a flor de fogo estão de volta. A Super Leaf, de Super Mario Bros. 3, dá lugar à Cape Feather: uma pena que dá uma capa a Mario e permite que ele voe com muito mais liberdade do que no game anterior. O jogo trouxe ainda uma caixinha para um item reserva, permitindo que o jogador tenha um Power-Up disponível para tirá-lo de um momento complicado. Mas a grande novidade do game foi o dinossauro Yoshi. Hoje adorado por muitos, Yoshi era um sonho antigo de Miyamoto, que, desde Super Mario Bros. sempre quis que Mario tivesse um companheiro dinossauro. No NES isso não foi possível devido às limitações do console, mas no SNES Yoshi finalmente saiu do papel. E o resultado está aí: hoje, Yoshi é um dos personagens mais queridos da família Mario.

O que tornou SMW diferente de todos os outros jogos do Mario foi, além dos novos Power-Ups e da estreia do Yoshi, o fato de várias fases terem mais de uma saída diferente. Muitos de nós perderam horas e horas tentando encontrar aquele outro final de uma fase específica. Eram 96 saídas para serem encontradas no game, que contava com 7 mundos principais e 2 escondidos. O primeiro deles era  a Star Road, um mundo estelar que continha um Yoshi de cor especial em cada fase. Cada um desses Yoshis executava uma habilidade única com qualquer cor de casco, e completando a Star Road outro mundo secreto se abria, o Special. A segunda fase desse lugar, Tubular, merece um parágrafo só para ela.

Tubular é a fase mais [insira um palavrão aqui] do jogo inteiro. Para passar de fase, o jogador precisava pegar um item único, um balão P, que transformava Mario numa versão inchada dele mesmo e permitia que o jogador o controlasse livremente por um precipício lateral quase interminável. O problema é que no caminho havia diversos inimigos loucos para “derrubar” você. Para piorar, o efeito do balão durava pouco tempo e você precisava bater nas caixinhas e pegar outro para renovar o efeito. Duas vezes. Dias se passavam até que esta maldita fase fosse superada e a nossa frustração só aumentava. Às vezes até surgiam controles quebrados, só de raiva da fase!

Essa é a difícil fase tubular

Super Mario world ainda foi relançado três vezes: a primeira na coletânea Super Mario All Stars+Super Mario World, para o SNES; a segunda para o Game Boy Advance, como título de Super Mario Advance 2: Super Mario World, e no Virtual Console do Wii. A versão do GBA trouxe pequenas mudanças como uma melhoria nos gráficos e a diferenciação real entre Mario e Luigi, enquanto a da coletânea do SNES e do Wii se manteve igual ao original.

Independentemente da versão, você precisa jogar este game. E, claro, se frustrar tentando passar da fase Tubular. Quando você finalmente conseguir, vai ser a melhor sensação do mundo. Eu agarantio!

Dicas

– Usar blocos “P” novamente: Para realizar este truque, é preciso estar com o Yoshi. Quando encontrar um bloco P, pule nele e, imediatamente, vire-se e engula-o (o bloco fica amassado por alguns momentos antes de sumir por completo). Se fizer corretamente, o bloco estará na boca do Yoshi. Você pode cuspi-lo e pisar nele novamente.

– Ouvir remix de SMW: Se você ficar parado numa fase do mundo Special por 2 minutos, ouvirá um remix de Super Mario Bros.!

– Conversão de itens: Se você terminar uma fase segurando um item, como um casco de tartaruga ou um trampolim, este item se transformará numa vida.

– Entrar em fortalezas já derrotadas: Para jogar novamente fortalezas que você já derrotou, segure L+R em cima da fortaleza derrotada.

Fonte: Nintendo World, Nº: 140, reportagem feita pelo jornalista André Onofre.

Mais imagens nostálgicas de Super Mario World:

 

 

Gostaria de saber mais truques desse jogo incrível? Acesse o link abaixo, você ficará impressionado com o que Mario (ou Luigi) pode fazer nesse jogo.

Truques e dicas 1

Truques e dicas 2

Truques e dicas 3

Alguns vídeos para a fase Tubular

Tubular 1

Tubular 2

 

Aumente o tamanho da imagem clicando nela

Passei bons momentos com esse jogo

 


 

 

Dizendo Algumas Frases em Inglês A

Pessoal, comprei esses dias um livro bem legal chamado “Liberte seu inglês” dos autores Aysha Hijo Capano, Moriaki Hijo e Neusa M. Cassoni Hijo. O livro no começo é meio chatinho porque os autores tocam na mesma tecla várias vezes, mas isso não estraga o livro, ao contrário, ele exercita sua mente. Mas eu não vim falar sobre o livro em si, mas sim das frases que há nele e que usamos no cotidiano, vamos ver algumas.

Por exemplo, aqui, quando alguém te chama, você diz “já estou indo”, em inglês você diria “I’m coming”, atenção agora: se você dissesse “I’m going”, a pessoa iria entender que você está indo embora e não indo até ela. Entendeu? I’m coming, estou indo, I’m going, estou indo embora. Eu não fazia ideia disso e acho que provavelmente você também não.

Outra: Faça o que for preciso. Em inglês: Do what it takes. Um pedido de casamento: Você quer se casar comigo?, em inglês: Will you marry me? (É como se fosse: você vai se casar comigo?, bem grosso, não?). Meu irmão está com meu carro hoje. Em inglês: My brother has my car today.

 

 

Você chega num lugar, no qual você não sabe o nome das coisas muito bem, como numa floricultura, então você encontra uma flor, olha pra ela, aponta pra ela e diz: Qual é o nome dessa flor? In English you would say: What do you call it? Isso se você estiver perto, se você estiver num lugar um pouco mais longe (como num zoológico no qual você não está tão perto dos animais), você diria em inglês: What do you call that?

  

Esse animal existe, ok? É um jackalope

Quando for dizer obrigado, deixe de lado o velho e bom thank you, e comece a usar o thank you for your time, é como se você estivesse agradecendo o tempo que a pessoa disponibilizou para você, é estranho para nós brasileiros agradecer o tempo que a pessoa nos disponibilizou, mas para eles isso é normal.

Cuidado com a cabeça! Cuidado com o degrau! Cuidado com seus pertences! Em inglês Watch your head! Watch your step! Watch your belongings! Você pode trocar o “watch” pelo “mind”, que ficaria: mind your head, mind your step, mind your belongings.

Veja a tabela com mais frases:

Português Inglês
Esse lugar está ocupado? Is this seat taken?
No seu lugar, eu não iria. If I were you, I wouldn’t go.
Coloque isso de volta no seu lugar. Put this away.
Arruma um lugar pra mim nesse carro. Make a room for me in this car.
Pois não? Can I help you?*
Leva tempo para fazer isso. It takes time to do this.
É pegar ou largar. Take it or leave it.
Um minute, estou quase acabando. Just a minute I’m about to finish.

*Para dizer “pois não?” (pergunta), em inglês, existem várias expressões entre elas: What can I do for you? Ou ainda How can I help you? Mas se você disser “pois não!” (afirmativa) você deve usar o absolutely ou of course.

Em breve novos posts sobre esse livro. Bem, depois disso só resta dizer “Thank you for your time.”

 

Nintendo de Crochê

 Norte-americana faz sucesso ao recriar personagens de games usando lã

 De dia, Myndi Y. é contabilista. De noite, a garota é artesã. Desde criança gosta de produzir trabalhos manuais, principalmente com linhas e tecidos. Na juventude em Long Beach, Califórnia, já sabia usar máquinas de costura.

Mas ainda faltava alguma coisa: conhecer as técnicas de crochê para produzir bonecas. Há pouco mais de um ano, a norte-americana resolveu aprendê-las assistindo a vídeos no YouTube. “Aí poderia esculpir meus trabalhos, mas usando fios de lã em vez de argila”.

Hoje, aos 24 anos, a garota chama a atenção de vários sites e revista de games por um motivo óbvio. Suas inspirações são personagens de jogos da Big N. Principalmente, Mario e o Reino do Cogumelo. Não é à toa que o banheiro dela é decorado com cenários de Super Mario Bros. “Nintendo é o amor da minha vida! Mesmo jogos antigos de NES ocupam um lugar no meu coração. Eles me lembram de quando eu era criança”.

Um pouco maior que os 14,5 centímetros do Wii Remote, cada boneco do encanador leva de quatro a cinco horas para ficar pronto e é vendido pela Internet para todo o mundo. Os valores variam conforme as taxas de entrega do país do cliente, mas nos Estados Unidos um Mario crochetado custa menos de US$ 6.

Houver certa relutância da própria Myndi em comercializá-los. No começo, realmente não queria vender nenhum deles. Sentia quase como se estivesse dando meus filhos para estranhos. Mas recebi muitos pedidos e ficou mais fácil deixa-los ir”.

O preferido de Myndi é o Raccon Mario, de Super Mario Bros. 3. Na losta há outras criações, como um filhote de metroid, da franquia de mesmo nome e Octorok, da série Zelda.

Raccon Mario foi o mais trabalhoso

 

O valor, relativamente baixo para venda dos trabalhos, é apenas para arcar com as despesas com lã e mão-de-obra. ‘É apenas um hobby durante um momento de descanso”. Em contrapartida, a garota não aceita encomendas, pois não gosta de recriar o mesmo trabalho artesanal diversas vezes. “Além de uma ocupação, é uma terapia. Se está dando certo até agora é porque não há pressão de ninguém. É, para  mim, um ótimo passatempo. Senão, fica chato e deixa de ser divertido”. E também não aceita ajuda de outros artesãos para evitar que algo saia errado.

Foi assim que ela se encorajou a produzir itens diferentes, como um cachecol de Piranhas Plant. E, dessa forma, Myndi demonstra sua dedicação pela Big N.

 

“Sinto que meu amor pela Nintendo foi ficando maior conforme crescia. Agora sou capaz de apreciar cada trabalho, cada história, cada personagem de seus jogos. E eu realmente amo fazer os bonecos de crochê, adoro cuidar de cada detalhe, de cada uma das tantas partes diferentes de cada um”.

Mario Bee, mais um trabalho da norte-americana

 

Myndi Y. posta imagens de seus trabalhos no site da Flickr.

 

Fonte: Nintendo World, Número: 143.

 

E se Mario Soltasse um Hadouken?

Designer recria a turma do encanador no estilo da famosa série da Capcom.

A arte tanto pode vir dos games quanto também pode despertar a criatividade de alguém. É o caso da paulistana Maira Saito, que não dispensa um bom pacote de folhas sulfite para destruí-los com desenhos e criatividade.

Ela, que hoje tem 27 anos, já morou no Japão e nos contou que sua grande inspiração começou quando assistia a animes vindos diretamente do Oriente, além de prestar atenção nas artes conceituais de jogos para SNES. A empolgação foi tamanha que a garota começou a querer a desenhar da mesma forma. E a criatividade sempre foi seu forte. Prova disso, é a ilustração preparada especialmente para a Nintendo World. Trata-se de uma releitura de um famoso pôster de Street Fighter II, mas com os personagens da trupe de Mario. Genial, não?

Segundo a própria artista, a escolha temática de juntar as franquias da Capcom e da Nintendo foi definida, principalmente por Street Fighter ter sido o primeiro jogo de luta que ela jogou. E como ela coleciona artes conceituais em seu computador, nada mais prático do que colocar a cabeça para funcionar e bolar uma ideia para unir os dois mundos de uma forma interessante.

Maira é formada em design gráfico e já trabalhou com criação, web design, ilustração e até como animadora. Atualmente ela é design de uma produtora de jogo online. Fora isso, ela realiza alguns trabalhos free lance, como um game voltado para redes sociais.

Essa é a Maira

A garota já passou por diversos tipos de consoles e hoje tem um Nintendo Wii e um PlayStation 3 em casa. Os “jogos rápidos” são os preferidos – aqueles que não precisam ficar esquentando muito a cabeça, como games de luta e casuais, por exemplo, Mario Party.

Enquanto Ryu se transforma em Mario, Ken em Luigi e o Koopa Tropa no Guile, Maira continua suas empreitadas no mundo da arte e dos desenhos, deixando para os fãs da Nintendo um pouquinho de saudosismo de duas séries que marcaram a história dos games. Quer conhecer os trabalhos dela? Então acesse o site: Bicuda

Fonte: Nintendo World, Número: 141.