Castigo Corporal: Realidade (atual) nas Escolas Japonesas

Já foi época de ajoelhar no milho, ficar de pé no canto da sala, levar reguada na palma da mão e até ficar na “cadeira do pensamento”. Se você é brasileiro, talvez já ouviu falar sobre estes e outros castigos corporais que nossos pais e avós estão cansados de nos contar. Mas na semana passada, a mídia japonesa divulgou o resultado de uma pesquisa feita pelo Ministério da Educação do Japão sobre “castigos corporais” nas escolas japonesas. Segundo um dos jornais, o número de professores que agrediram seus alunos subiu nada mais nada menos que 17 vezes em relação ao ano anterior e alcançou a marca dos 6721 professores. Já outro jornal divulga o número de alunos que foram vítimas destes “castigos corporais”. Foram ao todo 14.208 alunos distribuídos em 4.152 escolas onde foram detectados os atos.

Ainda segundo os jornais japoneses, os atos, os quais eles insistem em chamar apenas de “castigos corporais” incluem atos como: socos, chutes, puxão de cabelo, além de bater com um pedaço de pau e deixar horas de pé. Sobre as condições dos alunos pós “castigos corporais”, mais de 80% foi considerado “sem ferimentos”, enquanto que 7.1% dos alunos tiveram contusões e 0.6% fraturas.

Texto originalmente publicado em Muito Japão.

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An Image B 2013

 

 

 

 

 

 

Mais alguns papéis de parede da National Geographic. A imagem abaixo são de refrigerantes coloridos. Hoje em dia é típico encontrar em 12 oz de refrigerante (1 oz= aprox. 28,5 gramas), cerca de 10 colheres de açúcar.

SodaLuzes do norteÁgua e formigaPássarosPirâmide de Chichen ItzaMolhadosLobo Rei da selvaO brinquedo do sapoÁguias voando

No, I’m not going to the world cup

Em meio às ondas de protestos e manifestações, uma das reivindicações/ reclamações do povo sobre o governo brasileiro têm sido os gastos para a Copa do Mundo e investigação e punição sobre irregularidades nas obras da Copa, uma brasileira que mora nos Estados Unidos Carla Dauden, publicou um vídeo dizendo os “porquês” de que não vai à Copa ano que vem. O vídeo já tem algumas semanas, mas se você não teve a oportunidade de ver…

 

A boa madeira

Na cidade japonesa de Nara, um pagode de madeira com 37 metros de altura permanece firme há 1.300 anos. Raras são as estruturas modernas similares, em parte devido ao medo de incêndios. Mas o arquiteto canadense Michael Green quer mudar essa situação, e projetou um arranha-céu de 30 andares em Vancouver. Segundo ele, os enormes painéis de madeira laminada são mais resistentes ao fogo que as vigas usadas na construção civil – do mesmo modo que os troncos são menos inflamáveis que os gravetos.

Ao contrário da produção de concreto e aço, que requer a emissão de muito dióxido de carbono, prédios de madeira armazenam carbono que, de outro modo, seria lançado na atmosfera com a queima de árvores. Londres tem um de nove andares para uso residencial, e há o projeto de um espigão de 16 pisos em Kirkenes, na Noruega. A meta de Green é proporcionar moradias acessíveis àqueles que hoje vivem em barracos precários como nas favelas brasileiras. – Por Alex Hoyt

Texto originalmente publicado em: National Geographic.

Outras estruturas de madeira:

Catedral de São Jorge, Guiana

Catedral de São Jorge, Guiana

Horyuji, Japão.

Templo Horyuji, Nara, Japão.

Arte do projeto em Vancouver, Canadá.

Arte do projeto em Vancouver, Canadá.

Torre de rádio em Gliwice, Polônia.

Torre de rádio em Gliwice, Polônia.