As Melhores Universidades do Mundo 2012-2013

Na lista atualizada da THE (Times Higher Education) comandada pela Thomson Reuters, o Instituto de Tecnologia da Califórnia (CalTech) continua imponentemente em seu primeiro lugar, Oxford agora empatada com Stanford em segundo e a poderosa Harvard em seu decepcionante quarto lugar. A USP melhora sua pontuação e posição na lista, o Instituto Federal Suíço de Zurique é a melhor universidade do mundo não anglófona, a Universidade de Tóquio é a melhor universidade da Ásia, a Universidade da Cidade do Cabo é a melhor universidade da África e a Universidade de Melbourne é a melhor universidade da Oceania. Na lista de 1 a 400, só duas universidades brasileiras: A Universidade de São Paulo e a Universidade de Campinas. A lista abaixo é das 30 melhores universidades, no final da lista clique no link para ver a lista completa, claro, se for do seu interesse.

Rank Universidade País Pontuação
1 Instituto de Tecnologia da Califórnia Estados Unidos 95.5
2 Universidade de Oxford Reino Unido 93.7
2 Universidade de Stanford Estados Unidos 93.7
4 Universidade de Harvard Estados Unidos 96.3
5 Instituto de Tecnologia de Massachussetts Estados Unidos 93.1
6 Universidade de Princeton Estados Unidos 92.7
7 Universidade de Cambridge Reino Unido 92.6
8 Colégio Imperial de Londres Reino Unido 90.6
9 Universidade da Califórnia, Berkeley Estados Unidos 90.5
10 Universidade de Chicago Estados Unidos 90.4
11 Universidade de Yale Estados Unidos 89.2
12 ETH Zurique – Instituto Federal Suíço de Tecnologia Suíça 87.8
13 Universidade da Califórnia, Los Angeles Estados Unidos 87.7
14 Universidade de Columbia Estados Unidos 87.0
15 Universidade da Pensilvânia Estados Unidos 86.6
16 Universidade Johns Hopkins Estados Unidos 85.6
17 Universidade Colégio de Londres Reino Unido 85.5
18 Universidade Cornell Estados Unidos 83.3
19 Universidade do Noroeste Estados Unidos 83.1
20 Universidade de Michigan Estados Unidos 82.6
21 Universidade de Toronto Canadá 82.2
22 Universidade Carnegie Mellon Estados Unidos 81.5
23 Universidade Duke (Duque) Estados Unidos 81.2
24 Universidade de Washington Estados Unidos 79.9
25 Universidade do Texas em Austin Estados Unidos 78.8
25 Instituto de Tecnologia da Geórgia Estados Unidos 78.8
27 Universidade de Tóquio Japão 78.3
28 Universidade de Melbourne Austrália 77.9
29 Universidade Nacional de Singapura Singapura 77.5
30 Universidade da Colúmbia Britânica Canadá 77.3

Para ver a lista completa no site oficial, clique aqui.

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Introdução de Espécies Exóticas

Em seus deslocamentos pelas diversas regiões da Terra, os viajantes humanos transportam, deliberadamente ou não, espécies biológicas de um local para o outro. Dessa forma, espécies nativas de uma região podem ser introduzidas em locais onde elas não existiam anteriormente. Essa introdução de espécies exóticas tem causado, em diversas regiões, desequilíbrios ambientais, afetando os ecossistemas antigos.

Problemas Causados Pelo Aguapé

O aguapé (Eichhornia crassipes) é uma planta aquática originaria da América do Sul, introduzida em diversas regiões do mundo como planta ornamental. Nos Estados Unidos, o aguapé invadiu descontroladamente o rio Mississipi e causou prejuízos à navegação. Essa planta também se espalhou pela Indonésia, pelas Filipinas, pela Austrália, além de diversas ilhas do Pacífico, Indonésia, Índia e Sri Lanka. Muitos recursos têm sido gastos na tentativa de eliminar, ou pelo menos controlar, a expansão do aguapé em diversas regiões do mundo.

 

O aguapé causou diversos problemas no rio Mississipi.

O Figo-da-índia na Austrália

Em 1839 foi introduzido, na Austrália, um único exemplar da planta cactácea Opuntia inermis, popularmente conhecida como figo-da-índia. Essa espécie é originária da América do Sul e não existia anteriormente no continente australiano.

O figo-da-índia adaptou-se tão bem às condições da Austrália que, no final do século XIX, os descendentes da primeira planta já cobriam cerca de quatro milhões de hectares da superfície do país. Em 1920, o figo-da-índia já ocupava quase 25 milhões de hectares e a tendência era ocupar 4 milhões de hectares por ano. Grandes áreas utilizáveis para criação de gado foram cobertas por essa planta, tornando-se inúteis para essa atividade produtiva.

O figo-da-índia foi considerado uma praga na Austrália

 

Os australianos fizeram várias tentativas para controlar o figo-da-índia, com pouco resultado. Finalmente, em 1925, surgiu a ideia de introduzir na Austrália a pequena mariposa Cactoblastis cactorum, cujas larvas se alimentam do figo-da-índia. O resultado foi fulminante: a população de figo-da-índia foi praticamente eliminada, tão rapidamente quanto havia proliferado.

O figo-da-índia foi fulminado na mesma rapidez em que ele foi disseminado

 

O Coelho na Austrália

O coelho-europeu, Oryctolagus cuniculus, é originário das regiões mediterrâneas. Em 1859, 24 casais dessa espécie foram levados à Austrália, onde encontraram um ambiente extremamente favorável, com comida farta e praticamente nenhum parasita ou predador que regulasse o tamanho de sua população.

O coelho europeu é originário do sul da Europa.

 

Apenas 18 anos após sua introdução, em 1877, a população de coelhos havia atingido um tamanho tão grande que os australianos promoveram uma enorme caçada. Naquela ocasião foram abatidos cerca de 20 milhões de animais, mas, mesmo assim, não se conseguiu controlar o crescimento dessa população.

Os coelhos devastaram as pastagens, deixando as ovelhas, principal atividade econômica da região, praticamente sem alimento e causando prejuízos incalculáveis à economia do país. Os australianos construíram uma gigantesca cerca que dividia grande parte do continente e cujo objetivo era impedir que os coelhos invadissem outras regiões.

Em 1950 foi deliberadamente introduzido na Austrália um vírus nativo da América do Sul e causador de uma doença de coelhos, a mixomatose. O vírus, transmitido por mosquitos sugadores de sangue, não representava perigo para as espécies nativas, visto que atacava somente coelhos e umas poucas espécies de lebres.

O coelho europeu causou tantos problemas na Austrália, que o governo de lá teve que tomar medidas radicais como caçadas e colocar um muro gigante para os coelhos não se espalharem ainda mais pelo país

 

Como a população de coelhos era enorme, o vírus disseminou-se rapidamente, causando a morte de 99% dos animais existentes. Alguns coelhos sobreviventes, no entanto, mostraram-se resistentes ao vírus, e essa condição passou a ser transmitida à descendência.

Por outro lado, o vírus originalmente introduzido era tão fatal que os coelhos infectados morriam rapidamente, antes de transmitir a doença. Com isso, os vírus mais violentos eram eliminados junto com seus hospedeiros, antes de se espalhar, enquanto linhagens menos letais, causadoras de uma forma mais branda da doença, passaram a ser beneficiadas pela seleção natural.

Assim, ao mesmo tempo que coelhos com maior resistência ao vírus  foram selecionados, também ocorreu seleção de vírus menos letais e a população de coelhos voltou a crescer descontroladamente. O problema continua até hoje e causa enormes prejuízos financeiros ao país.

Fonte: Amabis M. José, Biologia. 3ª Edição. São Paulo. 2010.

As Melhores Universidades do Mundo 2011 – 2012

A THE (Times Higher Education), comandada pela Thomson Reuters, uma das maiores agência de notícias do mundo, fez uma lista das melhores universidades do mundo. No Brasil, a melhor universidade é a USP, que forma mais doutores em PhD do que qualquer outra universidade americana, mas os Estados Unidos simplesmente junto com o Reino Unido comandam a lista. O Canadá, Austrália, Suíça e Holanda também estão bem na lista. Alguns países me decepcionaram como a França que tem poucas universidades na lista, esperava um desempenho melhor do Japão e, na lista das 200 melhores não tem uma universidade sequer da Federação Russa. Veja a lista com as 30 melhores universidades do planeta (a USP está em 178º lugar):

Rank

Universidade País Pontuação

1

Instituto de Tecnologia da Califórnia Estados Unidos 94.8

2

Universidade de Harvard Estados Unidos 93.9

2

Universidade de Stanford Estados Unidos 93.9

4

Universidade de Oxford Reino Unido 93.6

5

Universidade de Princeton Estados Unidos 92.9

6

Universidade de Cambridge Reino Unido 92.4

7

Instituto de Tecnologia de Massachusetts Estados Unidos 92.3

8

Colégio Imperial de Londres Reino Unido 90.7

9

Universidade de Chicago Estados Unidos 90.2

10

Universidade da Califórnia, Berkeley Estados Unidos 89.8

11

Universidade de Yale Estados Unidos 89.1

12

Universidade de Columbia Estados Unidos 87.5

13

Universidade da Califórnia, Los Angeles Estados Unidos 87.3

14

Universidade de Johns Hopkins Estados Unidos 85.8

15

Instituto Federal Suíço de Tecnologia de Zurique Suíça 85

16

Universidade da Pensilvânia Estados Unidos 84.9

17

Universidade Colégio de Londres Reino Unido 83.9

18

Universidade de Michigan Estados Unidos 82.8

19

Universidade de Toronto Canadá 81.6

20

Universidade Cornell Estados Unidos 80.5

21

Universidade Carnegie Mellon Estados Unidos 78.4

22

Universidade da Colúmbia Britânica Canadá 77.4

22

Duque Universidade Estados Unidos 77.4

24

Instituto de Tecnologia da Geórgia Estados Unidos 77

25

Universidade de Washington Estados Unidos 76.5

26

Universidade do Noroeste Estados Unidos 76.2

27

Universidade de Wisconsin-Madison Estados Unidos 75.8

28

Universidade McGill Canadá 75.5

29

Universidade do Texas em Austin Estados Unidos 74.9

30

Universidade de Tóquio Japão 74.3

Para ver a lista completa clique aqui.

Algumas Curiosidades F

Na Inglaterra, um buquê de rosas amarelas significa amizade, mas no Irã e no Peru significa: “eu não gosto de você!”.

O nome real da atriz americana Marilyn Monroe era Norma Jeane Mortenson.

Os japoneses são os que gastam mais dinheiro em livros no mundo por ano – 182 dólares por pessoa!

Eu não faço ideia do que ela está falando

Quando as pessoas dizem “Tio Sam” elas estão falando sobre o governo dos Estados Unidos.

A média de pessoas por casa na Arábia Saudita é mais do que sete, aqui em casa são quatro e eu acho um exagero, imagine você viver com 7 pessoas!

Smith é o Silva dos países que falam inglês, é o sobrenome mais comum nos Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, o segundo mais comum no Canadá e o quinto mais comum na Irlanda. Mas o mais comum da China e do mundo é o sobrenome Zhang, há mais de 100 milhões de Zhangs.

O maior país do mundo é a Rússia, seguido do Canadá, mas você sabe qual é o menor país do mundo? É a cidade do Vaticano, ela tem apenas 0,44 quilômetro quadrado de área.

Damasco é a capital da Síria. E é uma das mais velhas cidades do mundo, ela tem mais de 5.000 anos de idade!

60% dos estudantes americanos mudam seu curso de faculdade mais de uma vez.

O ingrediente favorito na pizza para os australianos são ovos! No Chile, mozzarella e amêijoas, nos Estados Unidos pepperoni é o favorito.

No Chile, as pessoas gostam de amêijoas nas pizzas

An Wallpaper E

Mais papéis de parede para a coleção!

Desfiladeiros australianos

Montanhas em preto e branco dão um ar profissional para a fotografia

Mais desfiladeiros australianos

Uma ave tampando metade de sua face (ou focinho, não sei!), bem misterioso não é mesmo?

Peixes nos mares japoneses

Queda d'água, na reportagem "água é vida"

Árvores na ilha de Magascar

Raio na Estátua da Liberdade

An Wallpaper D

Belos papéis de parede:

Rio Allagash, no estado americano de Maine, um lugar tranquilo para remadores

O esquimó canadense segura uma foto na Ilha congelante de Baffin, em pensar que há 56 milhões de anos atrás a Ilha de Baffin era igual a esse pântano na Carolina do Sul

Quem não gostaria de estar num lugar como esse

Essa paisagem mostra como a população da Mongólia (que já foi um dos maiores impérios do mundo) está dispersa e espalhada ao longo do país

Esse é o parque Bridger-Teton National Forest no estado americano de Wyoming

Mais emissões de carbono na atmosfera, essa é na Inglaterra, lugar onde aconteceu a 1ª Revolucão Industrial

Cisne no lago, no Parque Richmond em Londres

Yosemite National Park, na Califórnia

Arctic National Park and Preserve, no Alasca, protegido desde 1980

Cratera formada por uma explosão vulcânica, no Queen Elizabeth Park

 

 

 

Chuva de Animais

Sim, ela existe. A chuva de animais apesar de ser lendária, creio que ela seja real, isso pelos números de ocorrências e pelos vários lugares ao redor do mundo que já foram descritas pelos moradores locais.

Mas não pense que caem leões, onças e outros animais grandes, não, todas as ocorrências de chuvas de animais são de animais de pequeno porte, como pássaros, peixes, sapos e outros animais pequenos.

Imagem cômica sobre a estranha chuva de animais

 

Alguns animais surpreendentemente conseguiam sobreviver, principalmente peixes, possivelmente alguns desses animais devem ter sido transportados a grandes altitudes, isso porque alguns deles chegam ao chão cobertos de gelo, inclusive muitos deles morrem congelados. Porém ainda é muito nebuloso o que deve acontecer com esses animais a altitudes tão altas, pois às vezes nesse fenômeno, só caem pedaços de carnes dos animais e não seu corpo inteiro.

Gravura de O. Maguns, relatando uma chuva de peixes

 

Veja algumas ocorrências de chuvas de animais ao redor do mundo e em diversas datas:

Bergen, Noruega, 1578. Ratos amarelos e grandes simplesmente caem do céu assustando moradores da cidade nórdica.

A cidade escandinávia de Bergen

 

Singapura, fevereiro de 1861. Depois de ter sofrido um sismo, Singapura recebe três dias abundantes de chuvas, depois das chuvas havia milhares de peixes nos charcos, alguns afirmam ter vistos os peixes caindo do céu, outros são mais reservados. Quando as águas desceram, ainda havia peixes nos charcos que tinham secado, isso tudo em lugares onde claramente não haviam recebido inundações.

Quando os moradores de Singapura relataram a chuva de peixes, eles relataram mais ou menos o que está nessa gravura

 

Memphis, Estados Unidos, 1877. A revista Scientific American registra uma espécie de aglutinação de serpentes que chegava a 45 centímetros.

Essex, Inglaterra. Acontece uma chuva de salmões e arenques, os peixes foram vendidos pelos próprios moradores.

Leicester, Estados Unidos, setembro de 1953. Milhares de rãs caíram no estado de Massachussetts.

St. Mary’s City, Estados Unidos, janeiro de 1969. Canários mortos choveram nessa cidade do estado de Maryland, o jornal Washington Post declarou o fato como uma explosão que pudesse ter acontecido, porém, ninguém a viu ou a escutou.

Nova Gales do Sul, província da Austrália, 1978. Choveram caranguejos.

El Rebolledo, Espanha, 2007. Choveram pequenas rãs em El Rebolledo, na província de Alicante.

Salta, Argentina, 2007. Choveram pequenas aranhas.

Lajamanu, Austrália, 2010. Choveram peixes brancos, a maioria vivos, nessa cidade, com 669 habitantes.

Povoado remoto, com menos de 700 pessoas no norte da Austrália

Estranho, não? Agora para fechar com chave de ouro dois depoimentos sobre chuvas de animais, uma antiga e outra recente.

Chuva de pequenos sapos na França, 1836.

Em 11 de Julho de 1836, um professor de Cahors enviou uma carta à Academia de Ciências Francesa, que dizia: Esta nuvem trovejou sobre o caminho, a umas sessenta toesas (uma antiga medida de longitude francesa que equivale a 1,946 metros) de onde estávamos. Dois cavalheiros que vinham de Toulouse (cidade francesa), nosso destino, e que estiveram expostos à tormenta, viram-se obrigados a usar os seus abrigos; mas a tormenta os surpreendeu e os assustou, já que se viram vítimas de uma chuva de sapos! Aceleraram a sua marcha e apressaram-se; ao encontrar a diligência contaram-nos o que lhes acabava de acontecer. Vi então que a sacudir seus abrigos diante de nós, caíram pequenos sapos.

— fragmento da carta de M. Pontus, professor de Cahors, dirigida a M. Arago.

Esse é o rio Garona, em Toulouse, de onde vieram os cavalheiros

Chuva de peixes na Grécia, 2002.

Em 2002, choveram peixes numa aldeia nas montanhas do interior da Grécia. O diário Le Monde escreveu: Atenas não é sempre bela, e menos ainda o são as montanhas no norte de Grécia. Mas as tormentas têm às vezes o bom gosto de ajudar a sorrir e a sonhar. Na terça-feira choveram centenas de pequenos peixes na aldeia de Korona, nas altas montanhas

— Georges, Pierre. Poissons volent. Le Monde, 13 de Dezembro de 2002.

Depois de ler isso você deve pensar: como esses animais caem do céu? É claro que eles não nascem nas nuvens, certo? Certo, eles não nascem, eles são carregados por elas.

 

Veja algumas explicações científicas para a chuva de animais:

Algumas chuvas de animais podem ser facilmente explicadas, como a chuva de animais da passagem de fim de ano de 2010 e 2011, mais de três mil aves da espécie tordo-sargento caíram mortas em Beebe, no Arkansas, Estados Unidos. Essas mortes foram causadas pelos fogos de artifício. Mas nem todas as mortes são desse tipo.

 

Trombas d’água, furacões, ventos fortes podem levar esses animais a alturas grandes e descarrega-los em massa sobre vários pontos. Pense assim: tornados podem secar uma lagoa, e consequentemente levar os peixes dela, e imagine que esse tornado tome os peixes da lagoa e enquanto esse tornado se desloca, ele encontra um grupo grande de aves voando em seu caminho, ele pega esse grupo inteiro, os leva a grandes distâncias e depois os descarrega em um local específico, ou seja, se isso acontecesse iria chover peixes e aves. Essa é uma explicação científica bem simplificada.

Tornados desse tipo podem secar lagoas e capturar aves no ar

 

 

Você sabia da chuva de animais? Caso não, deixe seu comentário.  Caso saiba de algo compartilhe conosco.