An Image A 2012

AVISO: as imagens a seguir não fazem o menor sentido.

Esse é um dos pontos mais movimentados de Tóquio.

Neo zelandeses comemorando nas Olimpíadas de Londres

Bola na frente do croata, também em Londres

 

Foto dos melhores tenistas do mundo em Melbourne, Austrália.

Android comendo um Macbook

 

 

Essa imagem veio no meu MP4

 

 

A tão elegante e poderosa Nova Iorque, não tão elegante e poderosa assim nessa imagem, foto tirada na Little Italy em 1900.

 

 

Mario numa versão 3D, só que ao mesmo tempo antiga.

 

Sem palavras para descrever essa imagem.

 

E para fechar, uma bela imagem da lua brilhando, imponentemente no céu negro (bem poético esse final, né?).

Super Mario World

Ao falar em Mario, os jogadores mais velhos certamente se lembrarão de um game: Super Mario World. Quantos de nós não passaram a infância pulando em cima de Goombas, engolindo frutinhas com o Yoshi e xingando todos os parentes do Miyamoto tentando passar de fase Tubular? É, SMW é um game que traz excelentes memórias. Então, nada melhor do que aproveitar o clima dos 25 anos do bigodudo e tirar as memórias da caixola sobre este clássico do SNES.

O Inicio de Uma Guerra

Quando zeramos um game e passam os créditos, vemos os nomes de dezenas de pessoas. Criar um game demanda o trabalho de muita gente, certo? Não com Super Mario World: apenas dezesseis pessoas estiveram envolvidas com o projeto, que levou três anos para ser concluído. E Miyamoto ainda disse que achava que o game estava incompleto e que seu desenvolvimento foi apressado!

A Nintendo, no entanto, estava preocupada. A Sega já havia lançado seu console de 16-bit, o Mega Drive, há dois anos, e já tinha seu mascote: Sonic. E seus jogos vendiam bastante. A Big N estava começando a perder terreno na guerra de consoles. Mas saiu bem a tempo.

E, para a alegria dos fãs da Nintendo, venderia duas vezes mais do que os dois primeiros games de Sonic juntos: ao todo, foram 20 milhões de cópias, tornando-o o game mais vendido do console! Também, olha só quem estava nessa equipe: a direção ficou a cargo de Takashi Tezuka e a produção ficou com o mestre Shigeru Miyamoto. Shigefumi Hino, o pai do Yoshi, foi o design gráfico. E a música ficou a cargo de ninguém menos que Koji Kondo.

O Game

Após salvar o Mushroom Kingdom, Mario e Luigi decidiram que precisavam de um descanso. Os irmãos vão com Peach até Dinosaur Land. Mas, enquanto os encanadores descansavam na praia, Peach desapareceu.

Durante a busca pela princesa, os irmãos encontraram um ovo na floresta. Dele, saiu o dinossauro Yoshi, que diz que seus amigos dinossauros foram aprisionados em ovos por tartarugas terríveis. Yoshi então se une a Mario e Luigi para, juntos, salvarem os dinossauros e a princesa Peach.

Super Mario World tem a mesma fórmula básica dos jogos anteriores do encanador: jogabilidade em plataforma, da esquerda para a direita, possibilidade de pular em cima dos inimigos e obter diversos Power-Ups no caminho. O cogumelo e a flor de fogo estão de volta. A Super Leaf, de Super Mario Bros. 3, dá lugar à Cape Feather: uma pena que dá uma capa a Mario e permite que ele voe com muito mais liberdade do que no game anterior. O jogo trouxe ainda uma caixinha para um item reserva, permitindo que o jogador tenha um Power-Up disponível para tirá-lo de um momento complicado. Mas a grande novidade do game foi o dinossauro Yoshi. Hoje adorado por muitos, Yoshi era um sonho antigo de Miyamoto, que, desde Super Mario Bros. sempre quis que Mario tivesse um companheiro dinossauro. No NES isso não foi possível devido às limitações do console, mas no SNES Yoshi finalmente saiu do papel. E o resultado está aí: hoje, Yoshi é um dos personagens mais queridos da família Mario.

O que tornou SMW diferente de todos os outros jogos do Mario foi, além dos novos Power-Ups e da estreia do Yoshi, o fato de várias fases terem mais de uma saída diferente. Muitos de nós perderam horas e horas tentando encontrar aquele outro final de uma fase específica. Eram 96 saídas para serem encontradas no game, que contava com 7 mundos principais e 2 escondidos. O primeiro deles era  a Star Road, um mundo estelar que continha um Yoshi de cor especial em cada fase. Cada um desses Yoshis executava uma habilidade única com qualquer cor de casco, e completando a Star Road outro mundo secreto se abria, o Special. A segunda fase desse lugar, Tubular, merece um parágrafo só para ela.

Tubular é a fase mais [insira um palavrão aqui] do jogo inteiro. Para passar de fase, o jogador precisava pegar um item único, um balão P, que transformava Mario numa versão inchada dele mesmo e permitia que o jogador o controlasse livremente por um precipício lateral quase interminável. O problema é que no caminho havia diversos inimigos loucos para “derrubar” você. Para piorar, o efeito do balão durava pouco tempo e você precisava bater nas caixinhas e pegar outro para renovar o efeito. Duas vezes. Dias se passavam até que esta maldita fase fosse superada e a nossa frustração só aumentava. Às vezes até surgiam controles quebrados, só de raiva da fase!

Essa é a difícil fase tubular

Super Mario world ainda foi relançado três vezes: a primeira na coletânea Super Mario All Stars+Super Mario World, para o SNES; a segunda para o Game Boy Advance, como título de Super Mario Advance 2: Super Mario World, e no Virtual Console do Wii. A versão do GBA trouxe pequenas mudanças como uma melhoria nos gráficos e a diferenciação real entre Mario e Luigi, enquanto a da coletânea do SNES e do Wii se manteve igual ao original.

Independentemente da versão, você precisa jogar este game. E, claro, se frustrar tentando passar da fase Tubular. Quando você finalmente conseguir, vai ser a melhor sensação do mundo. Eu agarantio!

Dicas

– Usar blocos “P” novamente: Para realizar este truque, é preciso estar com o Yoshi. Quando encontrar um bloco P, pule nele e, imediatamente, vire-se e engula-o (o bloco fica amassado por alguns momentos antes de sumir por completo). Se fizer corretamente, o bloco estará na boca do Yoshi. Você pode cuspi-lo e pisar nele novamente.

– Ouvir remix de SMW: Se você ficar parado numa fase do mundo Special por 2 minutos, ouvirá um remix de Super Mario Bros.!

– Conversão de itens: Se você terminar uma fase segurando um item, como um casco de tartaruga ou um trampolim, este item se transformará numa vida.

– Entrar em fortalezas já derrotadas: Para jogar novamente fortalezas que você já derrotou, segure L+R em cima da fortaleza derrotada.

Fonte: Nintendo World, Nº: 140, reportagem feita pelo jornalista André Onofre.

Mais imagens nostálgicas de Super Mario World:

 

 

Gostaria de saber mais truques desse jogo incrível? Acesse o link abaixo, você ficará impressionado com o que Mario (ou Luigi) pode fazer nesse jogo.

Truques e dicas 1

Truques e dicas 2

Truques e dicas 3

Alguns vídeos para a fase Tubular

Tubular 1

Tubular 2

 

Aumente o tamanho da imagem clicando nela

Passei bons momentos com esse jogo

 


 

 

Nintendo de Crochê

 Norte-americana faz sucesso ao recriar personagens de games usando lã

 De dia, Myndi Y. é contabilista. De noite, a garota é artesã. Desde criança gosta de produzir trabalhos manuais, principalmente com linhas e tecidos. Na juventude em Long Beach, Califórnia, já sabia usar máquinas de costura.

Mas ainda faltava alguma coisa: conhecer as técnicas de crochê para produzir bonecas. Há pouco mais de um ano, a norte-americana resolveu aprendê-las assistindo a vídeos no YouTube. “Aí poderia esculpir meus trabalhos, mas usando fios de lã em vez de argila”.

Hoje, aos 24 anos, a garota chama a atenção de vários sites e revista de games por um motivo óbvio. Suas inspirações são personagens de jogos da Big N. Principalmente, Mario e o Reino do Cogumelo. Não é à toa que o banheiro dela é decorado com cenários de Super Mario Bros. “Nintendo é o amor da minha vida! Mesmo jogos antigos de NES ocupam um lugar no meu coração. Eles me lembram de quando eu era criança”.

Um pouco maior que os 14,5 centímetros do Wii Remote, cada boneco do encanador leva de quatro a cinco horas para ficar pronto e é vendido pela Internet para todo o mundo. Os valores variam conforme as taxas de entrega do país do cliente, mas nos Estados Unidos um Mario crochetado custa menos de US$ 6.

Houver certa relutância da própria Myndi em comercializá-los. No começo, realmente não queria vender nenhum deles. Sentia quase como se estivesse dando meus filhos para estranhos. Mas recebi muitos pedidos e ficou mais fácil deixa-los ir”.

O preferido de Myndi é o Raccon Mario, de Super Mario Bros. 3. Na losta há outras criações, como um filhote de metroid, da franquia de mesmo nome e Octorok, da série Zelda.

Raccon Mario foi o mais trabalhoso

 

O valor, relativamente baixo para venda dos trabalhos, é apenas para arcar com as despesas com lã e mão-de-obra. ‘É apenas um hobby durante um momento de descanso”. Em contrapartida, a garota não aceita encomendas, pois não gosta de recriar o mesmo trabalho artesanal diversas vezes. “Além de uma ocupação, é uma terapia. Se está dando certo até agora é porque não há pressão de ninguém. É, para  mim, um ótimo passatempo. Senão, fica chato e deixa de ser divertido”. E também não aceita ajuda de outros artesãos para evitar que algo saia errado.

Foi assim que ela se encorajou a produzir itens diferentes, como um cachecol de Piranhas Plant. E, dessa forma, Myndi demonstra sua dedicação pela Big N.

 

“Sinto que meu amor pela Nintendo foi ficando maior conforme crescia. Agora sou capaz de apreciar cada trabalho, cada história, cada personagem de seus jogos. E eu realmente amo fazer os bonecos de crochê, adoro cuidar de cada detalhe, de cada uma das tantas partes diferentes de cada um”.

Mario Bee, mais um trabalho da norte-americana

 

Myndi Y. posta imagens de seus trabalhos no site da Flickr.

 

Fonte: Nintendo World, Número: 143.

 

E se Mario Soltasse um Hadouken?

Designer recria a turma do encanador no estilo da famosa série da Capcom.

A arte tanto pode vir dos games quanto também pode despertar a criatividade de alguém. É o caso da paulistana Maira Saito, que não dispensa um bom pacote de folhas sulfite para destruí-los com desenhos e criatividade.

Ela, que hoje tem 27 anos, já morou no Japão e nos contou que sua grande inspiração começou quando assistia a animes vindos diretamente do Oriente, além de prestar atenção nas artes conceituais de jogos para SNES. A empolgação foi tamanha que a garota começou a querer a desenhar da mesma forma. E a criatividade sempre foi seu forte. Prova disso, é a ilustração preparada especialmente para a Nintendo World. Trata-se de uma releitura de um famoso pôster de Street Fighter II, mas com os personagens da trupe de Mario. Genial, não?

Segundo a própria artista, a escolha temática de juntar as franquias da Capcom e da Nintendo foi definida, principalmente por Street Fighter ter sido o primeiro jogo de luta que ela jogou. E como ela coleciona artes conceituais em seu computador, nada mais prático do que colocar a cabeça para funcionar e bolar uma ideia para unir os dois mundos de uma forma interessante.

Maira é formada em design gráfico e já trabalhou com criação, web design, ilustração e até como animadora. Atualmente ela é design de uma produtora de jogo online. Fora isso, ela realiza alguns trabalhos free lance, como um game voltado para redes sociais.

Essa é a Maira

A garota já passou por diversos tipos de consoles e hoje tem um Nintendo Wii e um PlayStation 3 em casa. Os “jogos rápidos” são os preferidos – aqueles que não precisam ficar esquentando muito a cabeça, como games de luta e casuais, por exemplo, Mario Party.

Enquanto Ryu se transforma em Mario, Ken em Luigi e o Koopa Tropa no Guile, Maira continua suas empreitadas no mundo da arte e dos desenhos, deixando para os fãs da Nintendo um pouquinho de saudosismo de duas séries que marcaram a história dos games. Quer conhecer os trabalhos dela? Então acesse o site: Bicuda

Fonte: Nintendo World, Número: 141.