An Wallpaper A 2013

Ratos em plantas, jardins noturnos, rodopios de um chapéu mexicano gigante, menina dançando, réplica de um navio Viking, o maior ser vivo individual do mundo (sétima foto) e outras coisas normais…

Rato entre plantasRéplica de um navio VikingEspetacularMenina dançandoJardim em KiotoRodandoGeneral ShermanEclipse solar em AlbuquerquePaisagem ruborEnergia

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Jogos e Livros de 2012

Como sou praticamente feito dessas coisas vou fazer uma listinha abaixo sobre o que joguei e li esse ano. A lista está em ordem cronológica e não preferencial.

Jogos:

Todos os meus jogos são de Wii, porque, bem… Eu só tenho Wii!

  1. Super Paper Mario

Um jogo pra lá de difícil com vários enigmas e mistérios; os gráficos são bem feitos e as passagens em 3D são o máximo! Não é muito aconselhável para quem não sabe muito de inglês, embora seja ótimo para quem conhece a língua, porque no jogo há vários diálogos (óbvio, é um RPG!) em diferentes níveis de inglês, como inglês caipira e informal, inglês comum e até inglês arcaico (inglês usado em Shakespeare e na Bíblia)! Para quem pensa que jogos não são intelectuais, é melhor rever seus conceitos!

2. Super Smash Bros Brawl

Simplesmente esplêndido! Quando comprei esse jogo fiquei curioso pelo sistema de batalhas que ele usa, na maioria dos jogos “normais” de luta, a personagem só ganha quando a energia ou sangue do adversário acaba, mas aqui não! O sistema é por porcentagem, ou seja, quando batem em você, sua porcentagem aumenta e quando ela está muito alta fica fácil de matar você. Além disso, há o modo de aventura e muitas, muitas coisas para se descobrir no jogo, se eu for citar todas elas, o post não ter mais fim!

3. New Super Mario Bros Wii

Dispensa apresentações, fantástico e extremamente criativo, assim como se espera do núcleo de desenvolvimento da Nintendo para a franquia mais vendida dos videogames. Divertido e desafiador, com fases dão vontade de jogar o tempo todo e fases que fazem você perder a cabeça, ora pela dificuldade da fase em si, ora pela dificuldade de achar os benditos itens! Destaque para o final épico com Bowser na última fase do Mundo 8.

É, esse ano eu não joguei muito, mas pelo menos os títulos são ótimos e não me decepcionaram!

Livros:

Esse ano eu também não li muito (romances), por causa dos meus estudos para o ENEM e UERJ! Bem, vamos às páginas agrupadas que contam uma história, que comumente chamamos de livros.

  1. O vento nos salgueiros

É, eu sei que sou grande demais para ler esse livro, mas como nunca tinha o lido na infância, resolvi ler no começo desse ano. É um livro meio esquisito, o livro se diz infantil (e é), porém tem algumas partes, digamos, adultas! Como numa parte em que crianças bebem cerveja (!), uma luta contra doninhas e a parte mais estranha (para mim): o encontro de alguns animaizinhos com o deus Pã! Há quem diga que essa parte é a parte mais bonita da história e coisa tal, mas sei lá, colocar uma criatura meio humana e meio bode num livro infantil; e além do mais depois do encontro com o deus, os animaizinhos esquecem tudo! No geral o livro é legal, porém já li livros infantis beeeem melhores que esse.

2. A guerra das salamandras

Salamandras escondidas num local remoto da Ásia são descobertas por um capitão europeu se reproduzem e destroem a humanidade, bem esse é um resumo do livro. Parece chato, mas REALMENTE NÃO É. As salamandras são boazinhas, mas você sempre tem a impressão de quando você menos esperar elas vão e… BOOM! Querem destruir a humanidade. O livro é uma paródia da corrida armamentista (um dos motivos para a 1ª Guerra Mundial [1914-1918]) e consumo desenfreado, já que nós humanos exploramos ao máximo a pobre das salamandras para fazer trabalhos árduos, só que esquecemos (como sempre) que elas são altamente inteligentes e depois elas se voltam contra nós, um livrão! Só não gostei muito do final porque o autor quebra a quarta parede.

3.  Ratos

Sabe aquele livro que você diz: “Ah, vou levar só porque a capa é legal.” E depois você chega a sua casa lê e diz: “Poxa, até que fim ser superficial valeu a pena!”. Simplesmente um dos raros livros que já li que dei nota 10! O livro fala sobre uma ratinha chamada Shelley (que é uma rata no sentido figurado, tá legal?) que fica calada sobre tudo, as pessoas a agridem, Shelley fica quieta, as pessoas a insultam, Shelley fica quieta, as pessoas fazem qualquer coisa e… Shelley fica quieta! Com uma personalidade assim fica difícil de aceitar que essa menininha vá matar um homem! Bem é melhor eu parar por aqui se não vou falar demais (se bem que eu já falei, ou escrevi?). O final é ótimo, para determinados tipos de pessoas.

4.  O zoológico de Varsóvia

Quanto mais nós ouvimos sobre a Segunda Guerra, mais ficamos impressionados, O Zoológico de Varsóvia é quase uma espécie de Diário de Anne Frank, só que os protagonistas aqui não ficam presos num anexo secreto e sim num zoológico e não são “apenas” oito pessoas e sim 300, isso mesmo, 300 pessoas passaram pelo zoológico de Varsóvia. Uma cristã (católica) e um ateu abrigam trezentas pessoas no zoológico no qual eles administram, já que o local foi totalmente bombardeado pelos alemães, Diane Ackerman narra a história, mas com várias citações dos personagens que foram registrados por Antonina (diretora do zoológico [a cristã católica]), dessas 300 pessoas “só” duas ou três morrem, enquanto em Anne Frank eles tiveram um final bem mais trágico.

5. Nos bastidores da Nintendo

Só comprei porque sou fã da empresa e isso basta. Nesse livro, Jeff (o autor) conta com detalhes sobre uma das empresas mais queridas do mundo, desde sua fundação até seus desafios do futuro. PS: o título do livro completo é: Nos bastidores da Nintendo: o jeito Wii de reinventar negócios e transformar clientes em fãs. Título curtinho né?

6.  Deus é vermelho

Curiosidade em saber como funcionam as religiões cristãs na China, leia esse livro! Histórias comoventes e tristes, depoimentos, e principalmente: entrevistas. Na verdade, o livro todo é feito disso: entrevistas, muito interessante. Aproveite também para saber um pouquinho da história milenar da China.

7. Tóquio ano zero

8. A lebre com olhos de âmbar

9.  A culpa é das estrelas

Um romance entre uma garota com câncer e um garoto… com câncer! Bem legal, o livro tem uma narrativa que te prende e uma história um tanto incomum.

10. Um dia

Um casal se conhece no dia 15 de julho, a partir disso todos os capítulos do livro acontecem no dia 15 de julho de anos seguintes e mostra como as vidas das personagens evoluem (ou em alguns casos regridem) com o passar do tempo, simplesmente brilhante!

11. Tóquio cidade ocupada

Apesar de fazer parte da trilogia “Tóquio”, cidade ocupada é um livro totalmente independente e não precisa ser lido necessariamente após “ano zero”. Veja um pouco da história: um “oficial” de higiene entra num banco dizendo que existe um caso de tifo (doença) na região e por isso devem tomar um “remédio”, os 16 funcionários do banco bebem o tal remédio e 10 morrem na hora e mais dois no hospital, o oficial foge… Doze pessoas contam uma história diferente, um xamã, uma sobrevivente, uma vítima (que disse a história antes de morrer, óbvio), um gângster e outras pessoas malucas e sinistras. Eu não consigo achar palavras que definem como essa história é inteligente. Se você gosta da cultura japonesa esse livro é um prato cheio. Ponto negativo pelos repetitivos trechos no livro e alguns formatos de textos que são insuportáveis de ler. Achei alguns itens muito legais de pesquisar que achei no livro: Unidade 731 (pesquise se não tiver medo), crime do banco Teikoku e Sadamichi Hirasawa.

12. O diário de Anne Frank

E para fechar o ano com chave de platina (não é nem de ouro), uma história que você lê e diz: “Poxa vida, eu não acredito que ela morreu!” Annelies Marie Frank, conta seu cotidiano dentro do tedioso Anexo Secreto durante os anos que se passam na Segunda Guerra Mundial. As privações, o tédio, as brigas nada disso impediu que o Anexo Secreto fosse invadido pelos alemães em agosto de 1944, O Diário de Anne Frank traz mensagem de paz para que atrocidades como o Holocausto nunca mais apareçam nas nossas páginas de livros de história.