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Mais wallpapers da National Geographic, para aumentar o tamanho das imagens, basta clicar nelas.

Uma câmera numa armadilha dispara ao encontrar um tigre caçando de manhã cedo nas florestas de Sumatra, Indonésia. Os tigres podem prosperar em vários habitats, desde o frio do Himalaia até manguezais quentes da Índia e Bangladesh

 

A vertiginosa piscina de Singapura é incrível, mostra como um país com passado tão humilde se "revolucionou" e se tornou uma das cidades mais modernas do mundo

 

A antiga Longacre Square, que hoje se chama Times Square, vibra com mais uma noite, a região que era um dos trechos mais decadentes da Broadway e de Nova Iorque, sofreu um projeto de revitalização de 30 anos que a transformou aquela área tão decadente num dos lugares mais movimentados do mundo

 

Nuvens de Magalhães enfeitam o céu dos Andes da Patagônia

 

Esse lugar bem aquático é o Cubo D'água em Pequim, na China, lembra dele? Ele foi usado pelos nadadores olímpicos em 2008

 

Uma mãe descansa com seu filhote de dois meses de idade no Bandhavgarh National Park, os dois animais são tão grandes que eu simplesmente não sei quem é a mãe ou o filhote!

 

 

À pé, de carro, de trem, todos passam pela Taksim Square, em Istambul. Esquemas para restringir essa área para tráfego pedestre, preocupam planejadores, já que eles temem que isso possa tirar a energia criativa desse lugar tão animado e moderno

 

A República Democrática do Congo tem uma vegetação saudável. Uma região de área verde em South Kivu aparece avermelhada depois de ter sido tirada com fotografia infravermelha

 

O crescimento eletrizante de Seul, na Coreia do Sul, antes devastada e empobrecida nos anos 50, agora é um importante centro de informação com muitas torres e apartamentos

 

O parque dos cervos é uma rara sobrevivência dos cerca de 700 parques existentes no início do século 17 na Inglaterra. A grandeza desse estilo aristocrático infiltrou em todos os cantos da Inglaterra e do Rei James para a língua utilizada pelos tradutores da sua Bíblia. Foi uma época em que a hierarquia social era considerado um reflexo da ordem divina do universo

Chuva de Animais

Sim, ela existe. A chuva de animais apesar de ser lendária, creio que ela seja real, isso pelos números de ocorrências e pelos vários lugares ao redor do mundo que já foram descritas pelos moradores locais.

Mas não pense que caem leões, onças e outros animais grandes, não, todas as ocorrências de chuvas de animais são de animais de pequeno porte, como pássaros, peixes, sapos e outros animais pequenos.

Imagem cômica sobre a estranha chuva de animais

 

Alguns animais surpreendentemente conseguiam sobreviver, principalmente peixes, possivelmente alguns desses animais devem ter sido transportados a grandes altitudes, isso porque alguns deles chegam ao chão cobertos de gelo, inclusive muitos deles morrem congelados. Porém ainda é muito nebuloso o que deve acontecer com esses animais a altitudes tão altas, pois às vezes nesse fenômeno, só caem pedaços de carnes dos animais e não seu corpo inteiro.

Gravura de O. Maguns, relatando uma chuva de peixes

 

Veja algumas ocorrências de chuvas de animais ao redor do mundo e em diversas datas:

Bergen, Noruega, 1578. Ratos amarelos e grandes simplesmente caem do céu assustando moradores da cidade nórdica.

A cidade escandinávia de Bergen

 

Singapura, fevereiro de 1861. Depois de ter sofrido um sismo, Singapura recebe três dias abundantes de chuvas, depois das chuvas havia milhares de peixes nos charcos, alguns afirmam ter vistos os peixes caindo do céu, outros são mais reservados. Quando as águas desceram, ainda havia peixes nos charcos que tinham secado, isso tudo em lugares onde claramente não haviam recebido inundações.

Quando os moradores de Singapura relataram a chuva de peixes, eles relataram mais ou menos o que está nessa gravura

 

Memphis, Estados Unidos, 1877. A revista Scientific American registra uma espécie de aglutinação de serpentes que chegava a 45 centímetros.

Essex, Inglaterra. Acontece uma chuva de salmões e arenques, os peixes foram vendidos pelos próprios moradores.

Leicester, Estados Unidos, setembro de 1953. Milhares de rãs caíram no estado de Massachussetts.

St. Mary’s City, Estados Unidos, janeiro de 1969. Canários mortos choveram nessa cidade do estado de Maryland, o jornal Washington Post declarou o fato como uma explosão que pudesse ter acontecido, porém, ninguém a viu ou a escutou.

Nova Gales do Sul, província da Austrália, 1978. Choveram caranguejos.

El Rebolledo, Espanha, 2007. Choveram pequenas rãs em El Rebolledo, na província de Alicante.

Salta, Argentina, 2007. Choveram pequenas aranhas.

Lajamanu, Austrália, 2010. Choveram peixes brancos, a maioria vivos, nessa cidade, com 669 habitantes.

Povoado remoto, com menos de 700 pessoas no norte da Austrália

Estranho, não? Agora para fechar com chave de ouro dois depoimentos sobre chuvas de animais, uma antiga e outra recente.

Chuva de pequenos sapos na França, 1836.

Em 11 de Julho de 1836, um professor de Cahors enviou uma carta à Academia de Ciências Francesa, que dizia: Esta nuvem trovejou sobre o caminho, a umas sessenta toesas (uma antiga medida de longitude francesa que equivale a 1,946 metros) de onde estávamos. Dois cavalheiros que vinham de Toulouse (cidade francesa), nosso destino, e que estiveram expostos à tormenta, viram-se obrigados a usar os seus abrigos; mas a tormenta os surpreendeu e os assustou, já que se viram vítimas de uma chuva de sapos! Aceleraram a sua marcha e apressaram-se; ao encontrar a diligência contaram-nos o que lhes acabava de acontecer. Vi então que a sacudir seus abrigos diante de nós, caíram pequenos sapos.

— fragmento da carta de M. Pontus, professor de Cahors, dirigida a M. Arago.

Esse é o rio Garona, em Toulouse, de onde vieram os cavalheiros

Chuva de peixes na Grécia, 2002.

Em 2002, choveram peixes numa aldeia nas montanhas do interior da Grécia. O diário Le Monde escreveu: Atenas não é sempre bela, e menos ainda o são as montanhas no norte de Grécia. Mas as tormentas têm às vezes o bom gosto de ajudar a sorrir e a sonhar. Na terça-feira choveram centenas de pequenos peixes na aldeia de Korona, nas altas montanhas

— Georges, Pierre. Poissons volent. Le Monde, 13 de Dezembro de 2002.

Depois de ler isso você deve pensar: como esses animais caem do céu? É claro que eles não nascem nas nuvens, certo? Certo, eles não nascem, eles são carregados por elas.

 

Veja algumas explicações científicas para a chuva de animais:

Algumas chuvas de animais podem ser facilmente explicadas, como a chuva de animais da passagem de fim de ano de 2010 e 2011, mais de três mil aves da espécie tordo-sargento caíram mortas em Beebe, no Arkansas, Estados Unidos. Essas mortes foram causadas pelos fogos de artifício. Mas nem todas as mortes são desse tipo.

 

Trombas d’água, furacões, ventos fortes podem levar esses animais a alturas grandes e descarrega-los em massa sobre vários pontos. Pense assim: tornados podem secar uma lagoa, e consequentemente levar os peixes dela, e imagine que esse tornado tome os peixes da lagoa e enquanto esse tornado se desloca, ele encontra um grupo grande de aves voando em seu caminho, ele pega esse grupo inteiro, os leva a grandes distâncias e depois os descarrega em um local específico, ou seja, se isso acontecesse iria chover peixes e aves. Essa é uma explicação científica bem simplificada.

Tornados desse tipo podem secar lagoas e capturar aves no ar

 

 

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